Vereadores criticam determinação de prefeito contra garis e roçadores

A principal pauta que norteou a sessão desta terça-feira, 16, foi a ação truculenta com que os homens do BOPE agiram contra os garis e roçadores a pedido do prefeito ao realizarem ato pacifico a respeito dos atrasos de seus pagamentos.

O município entrou em uma queda de braço e sem um entendimento jurídico a respeito dos repasses dos pagamentos as empresas que prestam serviço de limpeza em Rio Branco por meio da secretaria de Zeladoria.

Os vereadores criticaram a gestão do prefeito Tião Bocalom (PP), onde o vereador Fábio Araújo (PDT) apresentou o termo do contrato feito pelo poder executivo e de acordo com o próprio contrato, o mesmo se encerrou no ano passado, demonstrando que a equipe municipal cometeu erro.

“Queremos saber do prefeito e da sua equipe se não conseguiram identificar isso. É revoltante o sentimento coletivo contra a ação feita aos trabalhadores, que além de terem seus salários atrasados, sem ter como se manter, ainda são obrigados a passar por essa situação. Há anos não presenciávamos tal ato. A gestão não tem capacidade para gerir, que busque órgãos com conhecimento e experiência”, disse Fábio.

O vereador Joaquim Florêncio lembrou a todos que entrará na Casa o projeto de reversão do Saerb que está com o estado e voltará para o município de Rio Branco, mas que causa grande preocupação.

“Em alguns dias entrará nesta casa o projeto de reversão, onde o Saerb voltará para o município, mas essa falha de gestão nos coloca em duvida da capacidade da prefeitura em manter essa estrutura e abastecimento de agua a toda a cidade. Isso é algo a se pensar”, destacou Joaquim.

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