Bastidores da Imprensa – 08 07

Sem futuro

Na última semana dos trabalhos legislativos, vereadores de Rio Branco discutem um projeto que ainda não existe, pois a prefeitura não encaminhou até o momento a proposta de aporte para as empresas de ônibus, com a suposta justificativa de pagamento aos cobradores e motoristas. Um debate sem futuro!

Os pontos

Mas se avaliarmos as letras miúdas do projeto fictício, se destacam os problemas da cidade e que não são resolvidos, assim como as indicações dos vereadores que a prefeitura parece receber e colocar no canto da espera. Não tem um veículo de comunicação ou rede social que se critique tanto a ausência do executivo municipal.

Cegueira partidária

O interlocutor entra a Câmara de Rio Branco e a prefeitura seria o assessor Helder Paiva, mas o líder de fato do prefeito Tião Bocalom (PP) é o presidente N Lima (PP), que coloca a amizade pessoal e a ligação partidária acima dos reais problemas da cidade. O presidente do parlamento colocou uma viseira de burro, onde só consegue olhar para trás e não enxerga as pessoas mostrando o abandono que está a cidade.

A culpa é do PP

O bordão do presidente N Lima (PP) quando estava somente como vereador, era “a culpa é do PT”, onde ironizava o ex-prefeito Marcus Alexandre (PT) a quem se referia chamando de “galo da madrugada” pelo fato de cedo estar na rua. Na gestão da ex-prefeita Socorro Neri (PSB) alegava que era impedido de atuar com seu mandato. Passados sete meses do prefeito Bocalom (PP) a cidade só não se tornou fantasma, devido as pessoas ainda lutarem por ela, mas para o parlamentar tudo corre as mil maravilhas.

Só agora

Já anunciamos que o período eleitoral para 2022 já começou e a bancada dos mudos na Assembleia Legislativa está mais falante do que nunca. Durante a sessão de quarta-feira, relembraram que os produtores rurais devem ser prioridade. As urnas darão o recado.

Fala Loro

Falando em produtores rurais, o ex-deputado estadual Lourival Marques já vem sendo sondado por partidos para voltar a disputar a eleição e quem sabe com um novo mandato, os produtores rurais voltem a ter uma voz. Afinal é a produção familiar que mantem oitenta por cento do alimento na mesa.

Ramais já

Já começamos a observar as queimadas que vem ocorrendo e a fumaça que toma as cidades acreanas, assim como a baixa do Rio Acre. Tanto o governo como a prefeitura precisam agilizar o mais rápido possível, as bem feitorias dos ramais para que a produção não se perca nos polos pela inviabilização do transporte pelo rio seco e nem pela intrafegabilidade dos ramais.

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